Bolsonaro volta a defender a privatização da Petrobras: “Não tem viés social”

Bolsonaro diz haver um apoio “muito grande” da população para a privatização, destaca que o processo de desestatização demanda tempo e volta a recriminar “lucros abusivos” da empresa

Foto: Alan Santos/PR

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontam que houve aumento de 0,4% no preço médio da gasolina comum para o consumidor, na semana passada em relação à anterior. Segundo o órgão, o custo médio do combustível nas bombas em todo o país foi de R$ 7,247 por litro, na semana de 5 a 11 de junho.

A gasolina aditivada também aumentou em relação à semana anterior. O preço médio do combustível ficou em R$ 7,357, o que representa um aumento de três centavos na comparação com a semana dos dias 29/5 a 4/6. No Rio de Janeiro, o produto chega a ser vendido acima dos R$ 9. O preço máximo atual da aditivada no país é de R$ 9,280.

O estado com o maior preço de gasolina atualmente é a Bahia, que, de acordo com a ANP, apresenta média de R$ 7,972, e a mais barata é encontrada no Amapá, onde o preço médio é de R$ 6,504 por litro no custo para o consumidor final.

O Distrito Federal aparece na quarta colocação entre as gasolinas mais caras do Brasil. O preço nos postos gira em torno de R$ 6,990 a R$ 7,990, com a média geral de R$ 7,729.

A pesquisa da ANP indica o preço real praticado pelos postos de combustível, e não o que é definido pela Petrobras nas refinarias. O último reajuste feito pela estatal foi em 10 de março, de 18,8%.

De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem da gasolina em relação aos preços do mercado internacional já chega a quase 20%. Há expectativa de que a petrolífera anuncie um novo aumento ainda nesta semana.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/

Zeudir Queiroz