Após a demolição de um terreiro de candomblé, há cerca de duas semanas, grupo recorre ao Escritório Frei Tito de Alencar, da Assembleia Legislativa, para pedir segurança e punição dos responsáveis


es dessa natureza permaneçam impunes e os criminosos ajam livremente”, apontou a advogada.
“Queremos realizar nossos encontros como sempre ocorreram, com muita fé e segurança”, confirma Marcos da Justa Teixeira, conhecido como Marcos de Oxissi. A ideia de procurar proteção, segundo Marcos, veio após a agressão de uma criança, no Rio de Janeiro, apenas por estar com roupas do candomblé.
Maria Zelma de Araújo Madeira, titular da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial do Ceará (Ceppir/CE) defende que a questão das minorias, no Ceará, sempre foi levada em segundo plano por conta do machismo. “Combatemos a intolerância religiosa, machismo, homofobia. Lutamos conjuntamente para a transformação social”, confirma.
Fonte: O POVO Online
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