O pesquisador disse que o objetivo do trabalho era avisar os cientistas e colocar um número sobre as civilizações que poderiam possivelmente receber mensagens enviadas da Terra

A estimativa é baseada na história mundial de invasões no século passado, as capacidades militares dos países envolvidos e a taxa de crescimento global do consumo de energia. Alberto usou como base o recorte temporal de 1915 até 2022, com expectativa de qual seria a probabilidade da Terra invadir outro planeta.
O estudo foi feito com base na probabilidade estatística. Alberto aplicou o número de invasões que aconteceram na Terra, incluindo o Sinal WoW, ao número estimado de exoplanetas na Via Láctea. De acordo com os cálculos, o número de civilizações que poderiam invadir nosso planeta é quatro.
Alberto também alertou os cientistas para terem cautela ao usar a Inteligência Extraterrestre de Mensagens (METI) por medo de que ela pudesse provocar uma invasão.
Caballero explica que fez a pesquisa baseada apenas na vida humana e acrescenta que como não conhece a mente dos extraterrestres as respostas patológicas pesquisadas podem não ser iguais.
Entretanto, o estudo conclui que a probabilidade da Terra sofrer com uma invasão extraterrestre é menor do que a probabilidade da raça humana ser extinta por ser atingida por um asteroide.
* Estagiária sob supervisão de Roberto Fonseca/https://www.correiobraziliense.com.br/
- Vídeo de menino em Caucaia viraliza e transforma rotina de família com incentivo à educação - 30 de abril de 2026
- Felipe Mota critica possível saída de Ciro da disputa no Ceará: “Decepção muito forte” - 30 de abril de 2026
- Fortaleza vence o Sport, garante vaga nas quartas e confirma força na Copa do Nordeste - 29 de abril de 2026
