Com a ameaça de deflagração do processo de impeachment, o Planalto tenta frear a ação de Eduardo Cunha (PMDB – RJ) para barrar o seguimento do processo que pode ter como desfecho o afastamento de Dilma Rousseff.
As denúncias contra o presidente da Câmara fizeram com que o Planalto “carimbasse” nele a imagem de ação por vingança ou por motivos pessoais.
Cunha anunciará a decisão sobre o impeachment nesta terça
A tendência é o arquivamento do pedido, levando a oposição a ingressar com um recurso em plenário. A ação poderá prosperar, caso houver a aprovação de pelo menos 257 dos 513deputados federais.
“Golpe democrático à paraguaia”, disse a presidente
Neste sábado, Dilma se reuniu com o núcleo duro do Planalto e marcou para a manhã de terça uma reunião de coordenação política. O objetivo é definir uma contraofensiva à articulação na Câmara.
O ministro Ricardo Berzoini deve se reunir com líderes da base aliada para repassar a orientação do Governo e estruturar uma ação comum em defesa do mandato da presidente.
O PMDB é considerado fiel pelos partidos de oposição na busca pelos 257 votos para aprovação do recurso em plenário.
Fonte: Diário do Nordeste
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