Um adolescente de 17 anos chamou atenção na Internet e no mundo médico nos últimos dias. O jovem fez uma cirurgia para diminuir o tamanho do pênis, que, flácido, tinha quase de 18 cm.
O caso, publicado na revista científica “Journal of Sexual Medicine“, impressionou os médicos. O pênis do paciente media, flácido, 17,7 cm de comprimento e tinha circunferência de 25,4 cm. Os profissionais da saúde descreveram o órgão como uma “bola de futebol americano“. Esse foi o primeiro caso do tipo publicado na literatura médica.
De acordo com o jornal britânico ‘Daily Mail‘, o jovem afirmou que quis recorrer à cirurgia por não conseguir ter relações sexuais e nem fazer esportes. Ele tinha, ainda, dificuldade em vestir calças e shorts devido ao tamanho e peso do membro, e ficava envergonhado por ele ficaraparente mesmo com roupas comuns.
O adolescente tinha crises de priapismo, quando ereções indesejadas causadas por células do sangue malformadas bloqueiam as veias do pênis, fazendo-o inchar. O problema acontecia devido a uma condição genética do garoto, que acabaram por deixar o seu pênis deformado.
O médico responsável pelo caso, Rafael Carrion, disse ainda que, apesar de ser bastante grande, o pênis não crescia quando o menino tinha ereções, mas só ficava firme.
Os cirurgiões abriram um antiga cicatriz de circuncisão e cortaram tecido dos dois lados do pênis do menino. Eles conseguiram preservar a uretra e todos os nervos responsáveis pelas sensações no membro. Não foi divulgado o tamanho do pênis do jovem após a cirurgia, mas o médico responsável pelo caso disse, apenas, que o membro ficou “generoso”.
Fonte: Diário do Nordeste
O caso, publicado na revista científica “Journal of Sexual Medicine“, impressionou os médicos. O pênis do paciente media, flácido, 17,7 cm de comprimento e tinha circunferência de 25,4 cm. Os profissionais da saúde descreveram o órgão como uma “bola de futebol americano“. Esse foi o primeiro caso do tipo publicado na literatura médica.
De acordo com o jornal britânico ‘Daily Mail‘, o jovem afirmou que quis recorrer à cirurgia por não conseguir ter relações sexuais e nem fazer esportes. Ele tinha, ainda, dificuldade em vestir calças e shorts devido ao tamanho e peso do membro, e ficava envergonhado por ele ficaraparente mesmo com roupas comuns.
O adolescente tinha crises de priapismo, quando ereções indesejadas causadas por células do sangue malformadas bloqueiam as veias do pênis, fazendo-o inchar. O problema acontecia devido a uma condição genética do garoto, que acabaram por deixar o seu pênis deformado.
O médico responsável pelo caso, Rafael Carrion, disse ainda que, apesar de ser bastante grande, o pênis não crescia quando o menino tinha ereções, mas só ficava firme.
Os cirurgiões abriram um antiga cicatriz de circuncisão e cortaram tecido dos dois lados do pênis do menino. Eles conseguiram preservar a uretra e todos os nervos responsáveis pelas sensações no membro. Não foi divulgado o tamanho do pênis do jovem após a cirurgia, mas o médico responsável pelo caso disse, apenas, que o membro ficou “generoso”.
Fonte: Diário do Nordeste
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