A Estação Ecológica do município de Aiuaba, localizado a 600 quilômetros de Fortaleza, vive situação de abandono e descaso.
A denúncia parte de entidades ambientais da região dos Inhamuns.
O Pacto Ambiental dos Sertões de Crateús e Inhamuns (Parisc), Superintendência do Meio Ambiente de Tauá (Supermata) e Fundação Bernardo Feitosa pedem soluções e ações para a conservação da unidade ecológica, que abriga várias espécies da fauna e da flora do sertão cearense.
Criada há 12 anos, a Estação ocupa uma área de 11.525 hectares e é uma das poucas áreas de caatinga preservadas na região Nordeste e no Ceará. O objetivo da unidade é a preservação da fauna e da flora e a criação de um espaço adequado de pesquisas sobre a caatinga e a vida dos animais.
Sem recursos para cercar a área da Reserva, o local é alvo de constantes invasões por animais de grande porte, prejudicando os trabalhos de pesquisa. Falta também capital humano para a parte administrativa, serviços gerais e técnicos, segundo informou o Pacto.
Audiência
Com o apoio da Câmara Municipal de Tauá, as três entidades realizarão no dia 23 de agosto deste ano uma audiência pública para discutir a situação e cobrarem ações por parte dos órgãos federais e estaduais competentes. O grupo já está convidando representantes de vários órgãos, bem como convidará poder judiciário e representantes políticos da região.
Fonte: http://blogdasilvaniaclaudino.wordpress.com
A denúncia parte de entidades ambientais da região dos Inhamuns.
O Pacto Ambiental dos Sertões de Crateús e Inhamuns (Parisc), Superintendência do Meio Ambiente de Tauá (Supermata) e Fundação Bernardo Feitosa pedem soluções e ações para a conservação da unidade ecológica, que abriga várias espécies da fauna e da flora do sertão cearense.
Criada há 12 anos, a Estação ocupa uma área de 11.525 hectares e é uma das poucas áreas de caatinga preservadas na região Nordeste e no Ceará. O objetivo da unidade é a preservação da fauna e da flora e a criação de um espaço adequado de pesquisas sobre a caatinga e a vida dos animais.
Sem recursos para cercar a área da Reserva, o local é alvo de constantes invasões por animais de grande porte, prejudicando os trabalhos de pesquisa. Falta também capital humano para a parte administrativa, serviços gerais e técnicos, segundo informou o Pacto.
Audiência
Com o apoio da Câmara Municipal de Tauá, as três entidades realizarão no dia 23 de agosto deste ano uma audiência pública para discutir a situação e cobrarem ações por parte dos órgãos federais e estaduais competentes. O grupo já está convidando representantes de vários órgãos, bem como convidará poder judiciário e representantes políticos da região.
Fonte: http://blogdasilvaniaclaudino.wordpress.com
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