O governo federal pretende dar aumento real para o benefício do Bolsa Família, afirmou nesta segunda-feira, 13, o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra. A ideia é reajustar o valor pela inflação e mais um pouco. O aumento será dado em março ou abril, segundo Terra, o que não seria um problema por questões eleitorais.
“Este ano próximo deve ter um reajuste do Bolsa Família, de inflação e mais um pouco. A redução da inflação também ajuda. O Bolsa Família ficou dois anos sem reajuste antes de entramos no governo, com inflação de 10% ao ano, o que praticamente comeu 25% do valor”, afirmou Terra, após a cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, numa unidade da Marinha do Brasil na Avenida Brasil, zona norte do Rio.
O ministro calculou que o orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social ficará em R$ 91 bilhões em 2018, acima do de 2017, incluindo gastos com o INSS e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que está sob sua alçada. Segundo Terra, houve economia de recursos com revisões nos gastos com auxílio-doença. Somente neste ano, a economia foi de R$ 5 bilhões.
“Até o fim do ano que vem, vão ser R$ 19 bilhões, numa população de 1,7 milhão de pessoas que estavam recebendo auxílio-doença indevidamente há mais de dois anos”, disse Terra.
“Este ano próximo deve ter um reajuste do Bolsa Família, de inflação e mais um pouco. A redução da inflação também ajuda. O Bolsa Família ficou dois anos sem reajuste antes de entramos no governo, com inflação de 10% ao ano, o que praticamente comeu 25% do valor”, afirmou Terra, após a cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, numa unidade da Marinha do Brasil na Avenida Brasil, zona norte do Rio.
O ministro calculou que o orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social ficará em R$ 91 bilhões em 2018, acima do de 2017, incluindo gastos com o INSS e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que está sob sua alçada. Segundo Terra, houve economia de recursos com revisões nos gastos com auxílio-doença. Somente neste ano, a economia foi de R$ 5 bilhões.
“Até o fim do ano que vem, vão ser R$ 19 bilhões, numa população de 1,7 milhão de pessoas que estavam recebendo auxílio-doença indevidamente há mais de dois anos”, disse Terra.
Agência Estado e O Povo
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