
“Desesperado com o resultado das pesquisas eleitorais que mostram sua rejeição na região Nordeste, Bolsonaro tenta ganhar alguma popularidade às custas do trabalho e dedicação alheios. Ele foi o responsável por apenas 7% da obra”, atacou Lula em texto publicado no seu site.
Como mostrou reportagem do Broadcast Político em novembro, a “paternidade” da transposição é considerada um ativo eleitoral e, por isso, é disputada por Lula, Bolsonaro e pelo ex-ministro da Integração Nacional Ciro Gomes (PDT), outro pré-candidato ao Palácio do Planalto.
Os três tentam manter as digitais na “chegada das águas ao sertão” – que, porém, só deve ser concluída integralmente em 2024. Ou seja, será uma herança para o próximo presidente.
Em entrevista na quarta, 9, Lula disse que a transposição é uma herança de seu governo e desafiou Bolsonaro a mostrar isso. Em resposta, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, afirmou que a obra foi marcada por “abandono e desperdício” nos anos em que esteve sob a gestão petista e disse que a intervenção “não tem dono”.
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