No bilhete encontrado no imóvel, a mulher deu detalhes sobre como mataria a criança. Primeiro, iria amarrar os pés e as mãos da filha e, depois, sufocá-la com um travesseiro

O crime ocorreu na madrugada desta segunda-feira (6/3), no Residencial Itamaraty. O incêndio começou por volta das 1h da madrugada e o Corpo de Bombeiros (CBMDF) foi acionado. Segundo as investigações da Polícia Civil, Zenaide passou de uma sacada para outra para fugir do incêndio e deixou a filha no apartamento.
O Correio apurou que, no imóvel, os policiais encontraram uma carta. No manuscrito continha uma mensagem de despedida. “Na carta, ela disse que mataria a criança para que o pai ficasse com o peso na consciência. Detalhou, ainda, como seria a morte. Dizia que amarraria os pés e as mãos da criança e iria sufocá-la com o travesseiro”, detalhou o delegado-chefe da 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro), Josué Ribeiro.
Apesar do relato, a menina não foi encontrada com sinais de amarração. Em análise preliminar da perícia, a criança teria morrido por esganadura, mas apenas o laudo do Instituto de Criminalística (IC) poderá determinar a causa da morte. De acordo com o CBMDF, o apartamento de dois quartos, sala e cozinha ficava no 11º andar e foi praticamente todo consumido pelas chamas – à exceção de um dos quartos, onde estava o corpo da menina.
Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/- Polícia conclui inquérito e indicia mulher suspeita de fingir ser criança em Joinville - 6 de junho de 2026
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