Após segunda assembleia realizada na tarde nesta terça-feira (19) no Sintro, os motoristas e cobradores de ônibus decidiram, por unanimidade, pela manutenção do estado de greve. Com essa decisão, o início da greve está previsto para começar às 0h desta quarta-feira (20).
A paralisação, conforme os trabalhadores, será de 100% da categoria; e deve permanecer enquanto não houver notificação da Justiça.
No fim da tarde desta terça-feira, estava agendada reunião entre representantes do Sintro e do Sindiônibus com a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins; entretanto, o encontro foi cancelado.
Até o momento, não há previsão para uma nova rodada de negociações.
A votação contraria o direcionamento do Sintro, que era a favor de acatar a proposta do sindicato patronal (Sindiônibus), cuja proposta era de reajuste salarial de 8,5%, representando ganho real de 3,45% para a categoria. O Sintro, contudo, diz que vai apoiar a decisão da categoria.
Entre as reivindicações que não foram atendidas estão um plano de saúde e o fim da dupla função de motorista e cobrador.
Reivindicações
A categoria quer aumento salarial de 15%, além de vale refeição de R$ 12 e cesta básica no valor de R$ 80. Os motoristas de ônibus recebem, hoje, R$ 1.273, enquanto os cobradores recebem R$ 734. Além disso, a categoria recebe cesta básica de R$ 60 e vale refeição de R$ 7.
Do Diário do Nordeste
A paralisação, conforme os trabalhadores, será de 100% da categoria; e deve permanecer enquanto não houver notificação da Justiça.
No fim da tarde desta terça-feira, estava agendada reunião entre representantes do Sintro e do Sindiônibus com a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins; entretanto, o encontro foi cancelado.
Até o momento, não há previsão para uma nova rodada de negociações.
A votação contraria o direcionamento do Sintro, que era a favor de acatar a proposta do sindicato patronal (Sindiônibus), cuja proposta era de reajuste salarial de 8,5%, representando ganho real de 3,45% para a categoria. O Sintro, contudo, diz que vai apoiar a decisão da categoria.
Entre as reivindicações que não foram atendidas estão um plano de saúde e o fim da dupla função de motorista e cobrador.
Reivindicações
A categoria quer aumento salarial de 15%, além de vale refeição de R$ 12 e cesta básica no valor de R$ 80. Os motoristas de ônibus recebem, hoje, R$ 1.273, enquanto os cobradores recebem R$ 734. Além disso, a categoria recebe cesta básica de R$ 60 e vale refeição de R$ 7.
Do Diário do Nordeste
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