
A investigação aponta que o jovem era canhoto e essa tese justificaria a arma estar em sua mão esquerda e o tiro ter sido disparado do lado esquerdo de sua cabeça, o que caracterizaria o suicídio do jovem após matar sua família. A mãe, Andreia Bovo Pesseghini, cabo da Polícia Militar, foi a única vítima — fora o menino apontado como suspeito — que não aparentava estar dormindo. Ela estava de joelhos, em posição de submissão, com os braços cruzados na frente da cabeça e parte do corpo no colchão. A mulher morreu com um tiro na cabeça. O pai, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, foi encontrado de bruços, também com um tiro na cabeça. Ele aparentava estar dormindo na hora em que o crime ocorreu.
Fonte: Varjota Notícias
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