
Em Fortaleza, os protestos são liderados pela Frente Brasil Popular; Frente Povo Sem Medo; e Fórum Sindical, Popular e de Juventudes de Luta pelos Direitos e pelas Liberdades Democráticas.
Cidades como Caucaia, Maracanaú, Sobral, Juazeiro do Norte, Tianguá, Quixadá, Icó, Limoeiro do Norte, Iguatu, Barreira, Pentecoste, Itapipoca, Acaraú, Canindé e Redenção também marcaram atos.
Depois da última realização, em 19 de junho, um novo protesto estava previsto somente para o dia 24 de julho, mas foi antecipado com os novos desdobramentos da CPI da Covid, que apura a ação do Governo Federal no enfrentamento à pandemia e tem aumentado a pressão sobre Bolsonaro.
O ato deste sábado foi convocado com o surgimento de denúncias de supostas irregularidades na compra de vacinas. Nesse contexto, um “superpedido” de impeachment de Jair Bolsonaro também foi protocolado na última quarta-feira, 30, e reuniu políticos de oposição, ex-aliados do presidente, entidades da sociedade civil, e movimentos sindical e social.
A Frente Povo Sem Medo aponta a atividade do dia 3 de julho como uma mobilização nacional da esquerda, dos movimentos sociais e do campo progressista contra o governo Bolsonaro. “Estamos denunciando a corrupção e o descaso desse governo com a vida das pessoas, e a negligência na compra de vacinas e no combate à pandemia”, diz Dóris Soares, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).
Para os novos atos, o movimento destaca em nota que as bandeiras de luta das manifestações anteriores permanecem. São elas: auxílio emergencial no valor de R$ 600, defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), oposição à Reforma Administrativa e cortes na educação.
Fonte: https://www.opovo.com.br/- Polícia conclui inquérito e indicia mulher suspeita de fingir ser criança em Joinville - 6 de junho de 2026
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