De acordo com o Ministério Público Federal, foi desviado R$ 70 mil do Programa de Atenção Básica (PAB), da Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

Acusação
De acordo com a denúncia do MPF, entre 2007 e 2008, houve o desvio de quase R$ 70 mil do Programa de Atenção Básica (PAB), da Fundação Nacional da Saúde (Funasa). Esse montante deveria ter sido utilizado na implantação de um sistema de abastecimento de água e módulos sanitários. Contudo, as investigações revelaram que parte do dinheiro foi desviada para locação de imóveis, pagamento de contas telefônicas, fornecimento de lanches e refeições, além de compras de combustíveis, lubrificantes e pneus. A defesa do ex-prefeito argumentou nos autos processuais que ele não era o responsável direto pelas despesas, atribuindo essa responsabilidade ao então secretário municipal da Saúde, Joaquim Gomes da Silva Neto. Durante o trâmite do processo, Jeová Mota aceitou devolver os valores utilizados indevidamente, porém, o MPF defende que isso não o exime do ato de improbidade.Nulidade da Decisão
Em nota divulgada nas redes sociais, o deputado, eleito em 2022 com 68,8 mil votos, manifestou-se contra a decisão judicial. Ele afirmou que a ordem judicial “ocorreu sem o devido cumprimento do contraditório e ampla defesa”. “Foi certificado o trânsito em julgado da decisão sem minha intimação. Diante do ocorrido, apresentei recurso perante o STJ requerendo a nulidade. O processo já está concluso com o ministro relator para decisão. Agradeço o apoio de todos e sigo acreditando na justiça”, concluiu Jeová Mota. – Com informações do GcmaisÚltimos posts por Zeudir Queiroz (exibir todos)
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