Ciro Gomes é convidado por Aécio Neves para disputar a Presidência pelo PSDB

Publicada em • Zeudir Queiroz
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O ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) pode voltar a disputar a Presidência da República após ser citado como possível candidato pelo presidente nacional do partido, Aécio Neves. A declaração foi feita nesta terça-feira (14), em meio às articulações políticas para os próximos anos. Segundo o dirigente tucano, o nome de Ciro surge como alternativa dentro do cenário nacional. Durante a fala, Aécio destacou a trajetória do ex-ministro e defendeu sua capacidade de contribuir com o país. “Eu estou estimulando o companheiro Ciro Gomes a se colocar como uma alternativa para o Brasil. Não encontro hoje, no quadro político nacional, alguém com tantas qualificações, tão atualizado em relação à realidade brasileira e com tanta contribuição a dar ao Brasil”, afirmou.

Convite abre debate sobre futuro político de Ciro

Após a declaração, Ciro Gomes afirmou ter recebido o convite com surpresa e disse estar honrado com a lembrança. Apesar disso, destacou que uma eventual candidatura precisa ser discutida com cautela e responsabilidade. “Há que ser uma convocação amadurecida, amadurecida junto à minha comunidade, antes de mais nada ao Ceará, de onde eu venho, às pessoas que me deram a honra e a alegria de participar da vida pública brasileira. E eu só não descarto imediatamente esse honroso convite por uma circunstância: aquilo que o presidente Aécio falou”, declarou. O ex-ministro ressaltou que qualquer decisão depende de diálogo com sua base política e de uma análise mais ampla do cenário nacional.

Possível candidatura ainda depende de articulações

A possibilidade de Ciro Gomes disputar a Presidência pelo PSDB passa a integrar o conjunto de articulações políticas em andamento. O partido busca se reposicionar e apresentar alternativas diante do cenário eleitoral. Nesse contexto, lideranças avaliam nomes que possam dialogar com diferentes setores da sociedade e contribuir com propostas para o país. A eventual candidatura ainda depende de definições internas e da construção de alianças nos próximos meses.

Zeudir Queiroz