A disputa sobre a possibilidade de venda de produtos de lojas de conveniência em farmácias chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República apresentou parecer sobre o assunto e proibiu os Estados a autorizar a comercialização de vários itens.
Pela lista do Ministério Público Federal (MPF), as farmácias não poderiam vender: bebidas lácteas, cereais matinais, artigos para bebê, isqueiros, colas, cartões telefônicos, filmes fotográficos, balas, doces e barras de cereais.
“Muitas de nossas lojas fazem o papel de supermercado em cidades pequenas”, afirma Francisco Deusmar de Queiros, presidente da Pague Menos, rede com 585 lojas e planos de abrir mais cem neste ano.
A reportagem completa está publicada na edição desta quarta-feira (24) do jornal Valor Econômico.
Fonte: http://www.cearanews7.com.br
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