O ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, descartou neste domingo, (18) intervenção federal de qualquer natureza no Ceará. Segundo Jardim, a situação na segurança pública no estado não pode ser comparada à do Rio de Janeiro.
“A situação do Ceará não sugere intervenção de qualquer natureza no futuro distante. É bem diferente a situação do Rio de Janeiro. Lá havia uma quebra da hierarquia do funcionamento das instituições, da autoridade instalada. Isso está longe de ocorrer no Ceará”, disse o ministro.
O ministro Torquato Jardim acompanhou, na noite de ontem (18), na Base Aérea de Brasília, o embarque da equipe da força-tarefa de policiais federais e da Força Nacional para Fortaleza, onde os agentes vão dar apoio às forças militares estaduais no combate ao crime organizado, com aval do governador, Camilo Santana, e do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
Os agentes chegaram na capital cearense na madrugada desta segunda-feira (19) na Base Aérea de Fortaleza. O governo federal enviou a força-tarefa logo após a morte de dois homens que fazem parte de uma facção criminosa de São Paulo, em uma reserva indígena na Região Metropolitana de Fortaleza.
O governador Camilo Santana já tinha pedido ajuda do governo federal logo após a maior chacina da história do Ceará, onde 14 pessoas foram mortas em um clube no bairro Cajazeiras, em Fortaleza.
Fonte: http://cnews.com.br/
O ministro Torquato Jardim acompanhou, na noite de ontem (18), na Base Aérea de Brasília, o embarque da equipe da força-tarefa de policiais federais e da Força Nacional para Fortaleza, onde os agentes vão dar apoio às forças militares estaduais no combate ao crime organizado, com aval do governador, Camilo Santana, e do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
Os agentes chegaram na capital cearense na madrugada desta segunda-feira (19) na Base Aérea de Fortaleza. O governo federal enviou a força-tarefa logo após a morte de dois homens que fazem parte de uma facção criminosa de São Paulo, em uma reserva indígena na Região Metropolitana de Fortaleza.
O governador Camilo Santana já tinha pedido ajuda do governo federal logo após a maior chacina da história do Ceará, onde 14 pessoas foram mortas em um clube no bairro Cajazeiras, em Fortaleza.
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