A Polícia Federal ouviu testemunhas e uniu provas e deverá agora apresentar relatório final da investigação

Delator e Evidências
A investigação sobre a tentativa de golpe foi iniciada com base em informações fornecidas pelo tenente-coronel Mauro Cid, também ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que firmou um acordo de colaboração premiada. Até o momento, dois indícios implicam Bolsonaro diretamente. O primeiro é um áudio enviado por Mauro Cid, sugerindo que o ex-presidente ajudou a redigir e editar uma minuta de golpe. O segundo é o depoimento do general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, que atribui a Bolsonaro a articulação de reuniões com comandantes das Forças Armadas para discutir “hipóteses de utilização de institutos jurídicos como GLO (Garantia da Lei e da Ordem), estado de defesa e sítio em relação ao processo eleitoral”. O ex-presidente foi intimado a depor, mas optou por ficar em silêncio. A Polícia Federal organizou audiências simultâneas para evitar a combinação de versões e detectar eventuais contradições nas respostas dos investigados. Quando a força-tarefa de delegados confrontou os suspeitos de planejar o golpe, 15 deles decidiram permanecer em silêncio. Este caso é um desenvolvimento crucial na política brasileira, e o desfecho da investigação pode ter significativas implicações legais e políticas para os envolvidos. – Com informações do Correio BrasilienseÚltimos posts por Zeudir Queiroz (exibir todos)
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