Os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos conversaram nesta segunda-feira (7); Lula aceitou ir a Washington em fevereiro

Binden condenou atos antidemocráticos
Joe Biden já havia dito no domingo (8) que a situação no Brasil era “ultrajante”. O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, disse que o país condena qualquer esforço para minar a democracia brasileira. “O presidente Biden está acompanhando a situação de perto, e nosso apoio às instituições democráticas do Brasil é inabalável. A democracia do Brasil não será abalada pela violência”, disse Sullivan em uma rede social. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse em uma rede social que os Estados Unidos se juntam a Lula para pedir o fim imediato dos ataques. A violência ecoa a invasão, dois anos atrás, do Capitólio, prédio em que fica a sede do Congresso dos EUA, por apoiadores do ex-presidente dos EUA Donald Trump. “Condeno este ataque ultrajante aos edifícios do governo do #Brasil incitado pelo desrespeito imprudente do demagogo Bolsonaro aos princípios democráticos”, disse o senador Bob Menendez, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado americano, em uma rede social. “Dois anos desde 6 de janeiro, o legado de Trump continua a envenenar nosso hemisfério. Proteger a democracia e responsabilizar os atores malignos é essencial.” *Com informações do portal R7.Últimos posts por Zeudir Queiroz (exibir todos)
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