O Comando Tático Rural da Polícia Militar (Cotar-PM) prendeu, na tarde desta quarta-feira (13), Elisângela Maria Mororó. A advogada é apontada como participante de um esquema que envolvia profissionais do Direito e integrantes de uma facção criminosa cearense. Ela foi encontrada no município de Catarina, 394 km de Fortaleza. O esquema foi revelado em reportagens exclusivas da TV Cidade Fortaleza.
A advogada chegou à Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) em sua caminhonete, conduzida por dois policiais militares. Elisângela manteve seu rosto coberto por um colega, até a entrada na unidade. Após ser confirmada a prisão, a suspeita foi encaminhada à Perícia Forense do Ceará (Pefoce), onde passou por exame de Corpo de Delito. O namorado de Elisângela, apontado como um dos chefes da organização criminosa, também foi preso.
A suspeita estava com mandado de prisão em aberto desde o mês passado. Ela é apontada como a chefe de um esquema que envolvia outros quatro colegas de profissão. O grupo fazia a defesa de faccionados e era responsável por estabelecer a comunicação entre os chefes da quadrilha que estão presos e os integrantes da facção que permanecem do lado de fora das penitenciárias.
A parceria entre advogados e criminosos foi comprovada pelas conversas gravadas em celulares apreendidos pela Polícia Civil. O material também seria a prova de que a advogada estava negociando drogas pela organização criminosa. Em mensagens obtidas pela TV Cidade, o que ela cita como “blusas”, é cocaína.
Fonte: Cnews
A advogada chegou à Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) em sua caminhonete, conduzida por dois policiais militares. Elisângela manteve seu rosto coberto por um colega, até a entrada na unidade. Após ser confirmada a prisão, a suspeita foi encaminhada à Perícia Forense do Ceará (Pefoce), onde passou por exame de Corpo de Delito. O namorado de Elisângela, apontado como um dos chefes da organização criminosa, também foi preso.
A suspeita estava com mandado de prisão em aberto desde o mês passado. Ela é apontada como a chefe de um esquema que envolvia outros quatro colegas de profissão. O grupo fazia a defesa de faccionados e era responsável por estabelecer a comunicação entre os chefes da quadrilha que estão presos e os integrantes da facção que permanecem do lado de fora das penitenciárias.
A parceria entre advogados e criminosos foi comprovada pelas conversas gravadas em celulares apreendidos pela Polícia Civil. O material também seria a prova de que a advogada estava negociando drogas pela organização criminosa. Em mensagens obtidas pela TV Cidade, o que ela cita como “blusas”, é cocaína.
Fonte: Cnews
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