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“[O site] é para os homens terem uma noção de como as mulheres estão avaliando eles e quais sãos as hashtags”, completa Breno Masi, outro dos responsáveis pela página.
Os desenvolvedores revelam que se limitaram a essas informações por opção própria, pois poderiam revelar também quais mulheres fizeram as avaliações. “A verdade é que a gente deu uma hackeada e eventualmente conseguiria mostrar isso. Mas em uma decisão tomada em conjunto, a gente não vai liberar quem foram as meninas que fizeram as avaliações”, diz Moreira.
“A partir do momento em que alguém libera no Brasil e nos Estados Unidos que menina avaliou quem, você quebra o serviço e paralisa o crescimento. Vai todo mundo brigar com todo mundo. A gente não quer fazer isso.”
Segundo Moreira, o Lulu Fake foi lançado como uma brincadeira. “A ideia surgiu depois de uma nota chatinha que eu recebi”, brinca Moreira. Masi entrega: o rapaz recebeu 4,5. A partir da frustração de Moreira, os desenvolvedores criaram o Lulu Fake, para que outros homens descontentes com suas notas pudessem elevá-la. O preço dos pacotes vai de R$ 25 a 100.
Nesse contexto, o Nota no Lulu viria para impulsionar a venda de avaliações, ao mostrar aos homens como eram vistos pelas mulheres. Antes de vir a público, porém, a ideia levou um grupo de empresários a apostarem em outro projeto dos empreendedores e investir R$ 1 milhão em uma tecnologia de monitoramento de reputação na web, que ainda será lançada.
A previsão é de que chegue em março de 2014.“As pessoas hoje não só estão preocupadas com a presença delas na rede social mas muitas delas estão dispostas a pagar e a pagar caro para ter uma boa visibilidade”, disse Moreira.
Os empreendedores dizem que, antes de pensar no Lulu Fake e no Nota no Lulu, chegaram a cogitar lançar um aplicativo nos moldes do “Lulu”, mas direcionado ao público masculino, como a proposta do “Tubby”.
“A versão feminina não é ‘responsa’. Iria virar uma baixaria. Todo mundo iria colocar hashtag sobre como a menina é na cama. Isso iria morrer em um segundo”, afirma Moreira. O comentário soa como previsão. Nesta quarta-feira, dia em que o “Tubby” seria lançado –a equipe adiou sua chegada às lojas de aplicativo em dois dias–, um juiz de Minas Gerais proibiu que Google, Apple, Facebook e a equipe do próprio ‘Tubby’ disponibilizassem o app em todo o Brasil, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.