Após a demolição de um terreiro de candomblé, há cerca de duas semanas, grupo recorre ao Escritório Frei Tito de Alencar, da Assembleia Legislativa, para pedir segurança e punição dos responsáveis


es dessa natureza permaneçam impunes e os criminosos ajam livremente”, apontou a advogada.
“Queremos realizar nossos encontros como sempre ocorreram, com muita fé e segurança”, confirma Marcos da Justa Teixeira, conhecido como Marcos de Oxissi. A ideia de procurar proteção, segundo Marcos, veio após a agressão de uma criança, no Rio de Janeiro, apenas por estar com roupas do candomblé.
Maria Zelma de Araújo Madeira, titular da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial do Ceará (Ceppir/CE) defende que a questão das minorias, no Ceará, sempre foi levada em segundo plano por conta do machismo. “Combatemos a intolerância religiosa, machismo, homofobia. Lutamos conjuntamente para a transformação social”, confirma.
Fonte: O POVO Online
Últimos posts por Zeudir Queiroz (exibir todos)
- Chagas Vieira chama Ciro para o debate e critica “papo furado” nas redes sociais - 6 de março de 2026
- Homem é morto a tiros e criança de 4 anos fica ferida em ataque no bairro Icaraí, em Caucaia - 6 de março de 2026
- Professor é preso em Cascavel suspeito de importunação sexual dentro de escola - 6 de março de 2026
