Rio O diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, disse que o país precisa investir rapidamente na expansão da capacidade de refino, uma vez que o mercado de combustíveis crescerá de modo acelerado e os principais gargalos estão em gasolina, querosene de aviação e óleo diesel.
A estatal já é obrigada a importar esses produtos diante do aumento da demanda e não vislumbra uma saída no curto prazo. O executivo reiterou, porém, que tal urgência não se traduzirá em custos mais elevados – o que já se verificou no caso do Comperj (RJ) e da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco.
Plantas internacionais
Todos os projetos, diz, terão como base os preços de equipamentos e serviços usados em plantas internacionais de refino. “Temos como referência os custos internacionais. Acompanhamos isso diariamente”, disse Cosenza.
O executivo reitera que o país demandará mais refinarias, mas que elas só sairão do papel se as condições de financiamento, custos e capacidade financeira da companhia permitirem.
Diante disso, os projetos das unidades “premium” do Ceará e do Maranhão seguem sob reavaliação da companhia e só serão feitos se houver capacidade financeira e custos compatíveis.Segundo o diretor, o objetivo é monitorar de perto os projetos e evitar estouros de prazos e orçamentos.
Leilão do pré-sal
O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) anunciou ontem, que o governo retomará os leilões para a exploração de petróleo em maio do ano que vem, quando serão ofertados 174 blocos em mar e terra.
Em novembro, segundo ele, será feito o primeiro leilão da camada do pré-sal. A realização dos leilões, porém, está condicionada à aprovação do projeto de lei sobre distribuição dos royalties, entre os Estados.
Do Diário do Nordeste
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