Depoimento à Polícia Federal

Um piloto que trabalhava no transporte de líderes de um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) afirmou, em depoimento à Polícia Federal, que o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, seria dono de parte da frota de uma empresa de táxi aéreo atualmente sob investigação.
Declaração em entrevista
O piloto Mauro Caputti Mattosinho, de 38 anos, contou em entrevista ao ICL Notícias que o nome de Rueda era constantemente citado por seu chefe como o responsável pela estrutura. Segundo ele, quatro dos dez jatos da companhia pertenceriam ao dirigente partidário.
Investigações em andamento
A Polícia Federal apura o uso dessas aeronaves em movimentações milionárias, que poderiam ter servido tanto para a lavagem de dinheiro quanto para o transporte de integrantes do crime organizado. A investigação busca identificar possíveis conexões entre agentes políticos e a facção criminosa.
Ausência de manifestação
Até o momento, o presidente do União Brasil não se manifestou publicamente sobre as acusações feitas pelo piloto.
- Justiça revoga liberdade condicional do goleiro Bruno após viagem sem autorização - 7 de março de 2026
- Chagas Vieira chama Ciro para o debate e critica “papo furado” nas redes sociais - 6 de março de 2026
- Homem é morto a tiros e criança de 4 anos fica ferida em ataque no bairro Icaraí, em Caucaia - 6 de março de 2026
