Piloto cita presidente do União Brasil em esquema de táxi aéreo ligado ao PCC

Publicada em • Zeudir Queiroz

Depoimento à Polícia Federal

Foto: Reprodução

Um piloto que trabalhava no transporte de líderes de um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) afirmou, em depoimento à Polícia Federal, que o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, seria dono de parte da frota de uma empresa de táxi aéreo atualmente sob investigação.

Declaração em entrevista

O piloto Mauro Caputti Mattosinho, de 38 anos, contou em entrevista ao ICL Notícias que o nome de Rueda era constantemente citado por seu chefe como o responsável pela estrutura. Segundo ele, quatro dos dez jatos da companhia pertenceriam ao dirigente partidário.

Investigações em andamento

A Polícia Federal apura o uso dessas aeronaves em movimentações milionárias, que poderiam ter servido tanto para a lavagem de dinheiro quanto para o transporte de integrantes do crime organizado. A investigação busca identificar possíveis conexões entre agentes políticos e a facção criminosa.

Ausência de manifestação

Até o momento, o presidente do União Brasil não se manifestou publicamente sobre as acusações feitas pelo piloto.

Zeudir Queiroz