Relógios dos brasileiros deverão ser adiantados em uma hora nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; medida visa economizar energia no País
O horário de verão brasileiro começa no dia 16 de outubro, data em que os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O horário vai vigorar até o dia 19 de fevereiro de 2017.
O objetivo da medida, adotada no Brasil desde 1931, é proporcionar uma economia de energia para o País, com menor consumo no horário de pico (entre as 18h e 21h), pelo aproveitamento maior da luminosidade natural. Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.
No ano passado, a adoção do horário de verão possibilitou uma economia de R$ 162 milhões, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
A economia foi possível porque não foi preciso adicionar mais energia de usinas termelétricas para garantir o abastecimento do País nos horários de pico.
Essa redução representa cerca de 4,5% da demanda de ponta das três regiões e é equivalente a uma vez e meia a carga no horário de ponta de Brasília ou o dobro da carga no horário de ponta de Florianópolis.
Fonte: http://www.brasil.gov.br/
O horário de verão brasileiro começa no dia 16 de outubro, data em que os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O horário vai vigorar até o dia 19 de fevereiro de 2017.
O objetivo da medida, adotada no Brasil desde 1931, é proporcionar uma economia de energia para o País, com menor consumo no horário de pico (entre as 18h e 21h), pelo aproveitamento maior da luminosidade natural. Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.
No ano passado, a adoção do horário de verão possibilitou uma economia de R$ 162 milhões, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
A economia foi possível porque não foi preciso adicionar mais energia de usinas termelétricas para garantir o abastecimento do País nos horários de pico.
Essa redução representa cerca de 4,5% da demanda de ponta das três regiões e é equivalente a uma vez e meia a carga no horário de ponta de Brasília ou o dobro da carga no horário de ponta de Florianópolis.
Fonte: http://www.brasil.gov.br/
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