
De acordo com Delgatti, Bolsonaro teria solicitado que ele “autenticasse a lisura das eleições, das urnas”. Segundo informações compartilhadas durante o depoimento, o marqueteiro do ex-presidente, Duda Lima, teria aconselhado o hacker a criar um “código-fonte falso” para demonstrar a possibilidade de invadir uma urna e manipular os resultados eleitorais.
O plano descrito por Delgatti envolvia o uso de uma urna emprestada da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para mostrar ao público que é possível apertar um voto e obter outro resultado. A suposta simulação teria como objetivo semear dúvidas sobre a integridade do processo eleitoral, uma vez que, de acordo com Delgatti, a invasão direta ao código-fonte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é inviável devido ao sistema ser offline.
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