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E completou: “A imprensa só deveria ser mais honesta e colocar com letras garrafais que, entretanto, o papa disse que a igreja não muda seus posicionamentos. Ou seja, ela ama o pecador mas não ama o pecado. Aceita o homossexual, mas não aceita o ato homossexual. A igreja não muda o que a bíblia diz”.
“Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”, afirmou Francisco aos cerca de 70 jornalistas que embarcaram a Roma com ele. As declarações foram em resposta a recentes revelações de que um assessor próximo seria homossexual e a uma frase atribuída a ele no início de junho, de que havia um “lobby gay” no Vaticano. Segundo ele explicou ontem, o problema não é ser gay, mas o lobby em geral.
Declaração aumenta lista de polêmicas envolvendo Feliciano
Desde que assumiu o comando da comissão em fevereiro, Feliciano é alvo de protestos de movimentos sociais que pedem sua saída do cargo e o acusam se racismo e homofobia. Ele nega e se recusa a deixar a comissão.
Sob o comando de Feliciano, a Comissão de Direitos Humanos chegou a aprovar um projeto que permitia aos psicólogos oferecerem tratamento a homossexualidade. Conhecida como “cura gay“, a proposta foi arquivada após ser alvo de duras críticas nas manifestações de junho.
Fonte: Diário do Nordeste