Últimos posts por Robson Cavalcante (exibir todos)
- Do aluguel à casa própria: Caucaia vive novo momento imobiliário - 24 de fevereiro de 2026
- Mega da Virada é adiada e sorteio bilionário fica para o dia 1º de janeiro - 31 de dezembro de 2025
- Vereadores Eleitos em Fortaleza nas Eleições 2024 - 7 de outubro de 2024
O Aeroporto Internacional Pinto Martins, de Fortaleza, está confirmado no pacote de concessões do governo federal à iniciativa privada por meio de leilão.
As concessões fazem parte da nova etapa do Programa de Investimento em Logística (Pil) 2015-2018, anunciado nesta terça-feira, 9, em Brasília, pelo governo federal.
O plano prevê concessões que, segundo o Ministério do Planejamento, gerará investimentos de quase R$ 200 bilhões em estradas, ferrovias, portos e aeroportos. Além de Fortaleza, foram confirmados os aeroportos de Porto Alegre, Salvador e Florianópolis.
A previsão é que os leilões dos terminais aconteçam a partir do primeiro trimestre de 2016 e sejam investidos um total de R$ 8,5 bilhões nos quatro empreendimentos. O investimento anunciado para o aeroporto de Fortaleza é de R$ 1,8 bilhão e deve ser aplicado na ampliação do pátio de aeronaves, pistas e terminais de passageiros.
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) será sócia das empresas vencedoras dos leilões na administração dos aeroportos.
Demanda
De acordo com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, “há uma grande demanda por investimentos no Brasil. E, se há demanda, haverá investimentos”. Ele cita o caso da frota de veículos brasileira, que cresceu 185% de 2000 a 2014. “Foi com esse diagnóstico de demanda que nós construímos essa nova etapa do Programa de Investimento em Logística”, disse.
Ele também afirmou que o BNDES deverá continuar sendo o principal agente patrocinador dos investimentos de longo prazo. Mas que os bancos privados e o mercado de capital devem ter uma participação maior na ampliação da infraestrutura daqui para frente.
“Nós queremos fazer com que o crédito direcionado por parte do BNDES sirva como um estímulo e uma alavanca para aumentar a expansão do crédito privado no Brasil”, afirmou.
A presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que o Pil terá efeitos ao longo da cadeia produtiva brasileira. “Ainda que alguns de seus resultados demandem algum tempo de maturação, e isso é natural, os seus primeiros efeitos serão imediatos”, disse.

Fonte: Redação O POVO Online
