Milhã > A Prefeitura de Milhã, uma pequena cidade do Sertão Central vocacionada à pecuária leiteira, poderia ficar sem energia elétrica e também teria sua água cortada até este fim de semana. Segundo o assessor jurídico da Prefeitura, advogado Sigeval Pinheiro, o corte só não ocorreu porque ele ingressou com mandado de segurança para garantir os serviços essenciais. O Hospital Municipal e as Secretarias, de Saúde e de Educação também poderiam ficar as escuras sem a medida judicial.
Para agravar ainda mais o problema, ontem, dia 10, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para Milhã foi bloqueado, em razão de dívidas com o INSS.
O radialista Antônio Elânio acompanha a situação do Município. Na avaliação dele está totalmente sucateado. Os transportes não funcionam; as obras estão paralisadas; os salários dos funcionários estão atrasados, falta inclusive material de limpeza. Embora o trabalho seja intensivo na limpeza da cidade, ainda resta muito lixo para ser recolhido. Os carros-pipas também ameaçam parar temendo não serem pagos. O Município se encontra totalmente descapitalizado. Diante desses obstáculos o prefeito Otacílio Pinheiro Macedo pensa em decretar o fechamento de toda máquina administrativa por 30 dias, deixando apenas os serviços essenciais, acrescentou.
Do Diário do Nordeste
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