
Procurada na noite de ontem, a CSP respondeu, através da assessoria de imprensa, que não poderia se posicionar, naquele momento, sobre a paralisação, mas esclareceu que os trabalhadores são empregados por empresas subcontratadas da Posco Engenharia e Construção do Brasil. A assessoria ressaltou que as negociações são feitas entre os trabalhadores e subcontratadas, mas que a companhia acompanha o processo. Já a UTE informou que “seis empresas subcontratadas na construção dos empreendimentos obtiveram, em 18 de março, tutela antecipada em uma ação declaratória de abusividade de greve devido à paralisação dos trabalhadores iniciada no dia 15 de março”.
Fonte: Diário do Nordeste
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