Os trabalhadores da Usina Termelétrica Energia Pecém decidiram dar continuidade às paralisações após uma assembleia entre a categoria na manhã desta terça-feira (13), no Pecém. Os operários não aceitaram a proposta das empresas de 14% no reajuste salarial.
Cerca de oito mil trabalhadores estão de braços cruzados, o que pode resultar em um prejuízo significativo ao final da obra, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Pesada (Sintepav), Raimundo Nonato Gomes. “Um dia, dois dias de atrasos, na retomada, pode significar até 15 dias de atraso. Quanto mais o tempo passa, pior vai ficando. Principalmente quando se trata dos equipamentos, que é preciso reprogramar”, disse.
Após o descarte da proposta, a categoria aguarda um novo pronunciamento por parte das empresas e deve realizar uma nova assembleia na próxima quarta-feira (14), às 6h, no local da obra.
Reivindicações
Além do reajuste salarial, os operários pedem equiparação salarial, recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), pagamentos de horas extras e benefícios.
Do Diário do Nordeste
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