
“Foi uma morte natural. Ele já estava muito debilitado, não se levantava mais”, explica Luciano. O velório do memorialista acontece ainda na tarde desta sexta, na Funerária Paz Eterna (Av. Barão de Studart, 2780). O sepultamente ocorrerá em seguida, noCemitério São João Batista (Rua Padre Mororó, s/n).
Marciano Lopes era escritor, tendo publicado diversas obras, entre elas o livro “Royal Briar“, no qual ele conta suas memórias sobre a cidade de Fortaleza dos anos 1940, época em que a capital começava a se modernizar, porém conservando sua atmosfera bucólica característica da Belle Époque. O memorialista também cuidava de um antiquário na Rua Jorge Rocha, no bairro Aldeota, além de ter concebido e fornecido material para o Museu da Propaganda Eduardo Brígido.
Marciano também foi colaborador do Diário do Nordeste com a coluna Tirada do Baú, publicada no caderno Gente.
Fonte: Diário do Nordeste
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