
“Estamos angustiados e aflitos, mas confiantes de que Deus nos dará forças e que agora o nosso grupo ore por Laurinha e sua mãezinha que já não fazem mais parte desse mundo”, desabafou o primo Matheus Teixeira, em postagem no grupo oficial da campanha.
Relembre o caso
A família da menina denuncia negligência médica durante o parto. “A medicação foi administrada por uma técnica de enfermagem, por ordem do médico, que autorizou por telefone, pois ainda não estava no hospital. Ela passou mal e foi atendida por um otorrinolaringologista, que era o plantonista, e não percebeu a reação alérgica”, contou o pai de Laurinha, Ádamo Cruz, em entrevista ao O POVO em dezembro de 2015.
Após receber alta do hospital, a família de Laurinha manteve uma UTI na casa em que moram. A menina tinha atividade cerebral, mantinha os olhos abertos, mas a visão era estática. Laurinha dependia de aparelhos para respirar e se alimentava por meio de uma sonda.
Criada por familiares, a campanha #AcordaLaurinha ultrapassou 115 mil membros em um grupo criado no site de relacionamentos Facebook. Além disso, adesivos e outdoors foram espalhados pela cidade com os dizeres da campanha.
Forte: O POVO Online
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