Os comerciantes que tiveram as barracas destruídas em decorrência do incêndio que ocorreu no município de Canindé, a 120 km de Fortaleza, estão com um prejuízo de aproximadamente R$ 1, 8 milhão. Os comerciantes passaram a manhã desta segunda-feira (19), recolhendo e limpando o estrago que sobrou das chamas.
Os comerciantes estavam se preparando para as vendas do Natal. Foto: Antônio Carlos Alves/ Diário do Nordeste
Segundo informações do presidente da Associação dos Profissionais Camelôs e Vendedores Ambulantes, Francisco Epifânio Saraiva, o valor do prejuízo por barraqueiro foi de aproximadamente R$ 15 mil , incluindo estrutura e mercadorias. Cerca de 122 barracas ficaram totalmente destruídas.
O barraqueiro Francisco Abelardo conversou com a Redação Web do Diário do Nordeste, e afirmou que os comerciantes não conseguiram salvar as mercadorias, e as poucas que não queimaram por completo, ficaram danificadas. “As pessoas que mantinham barracas na praça vivem da venda desse material. É a única fonte de renda”, explica.
Nesta segunda-feira (19), a associação dos vendedores se reúne com a Defesa Civil e com representantes do Governo do Estado do Ceará para discutir como deve ficar a situação dos vendedores. Outra reunião deve ocorrer durante a tarde desta segunda, por volta das 14 horas, mas é para conversar com os vendedores cadastrados.
O presidente da associação afirma que também entrou em contato com o prefeito de Canindé e está esperando uma posição em relação ao apoio que devem receber por parte da Prefeitura. “Conversamos com o Corpo de Bombeiros, com a Defesa Civil e agora vou tentar falar com o Secretário do Governo. Depois das reuniões, vamos ter uma ideia da ajuda que vamos receber”, explica.
Do Diário do Nordeste
Os comerciantes estavam se preparando para as vendas do Natal. Foto: Antônio Carlos Alves/ Diário do Nordeste
Segundo informações do presidente da Associação dos Profissionais Camelôs e Vendedores Ambulantes, Francisco Epifânio Saraiva, o valor do prejuízo por barraqueiro foi de aproximadamente R$ 15 mil , incluindo estrutura e mercadorias. Cerca de 122 barracas ficaram totalmente destruídas.
O barraqueiro Francisco Abelardo conversou com a Redação Web do Diário do Nordeste, e afirmou que os comerciantes não conseguiram salvar as mercadorias, e as poucas que não queimaram por completo, ficaram danificadas. “As pessoas que mantinham barracas na praça vivem da venda desse material. É a única fonte de renda”, explica.
Nesta segunda-feira (19), a associação dos vendedores se reúne com a Defesa Civil e com representantes do Governo do Estado do Ceará para discutir como deve ficar a situação dos vendedores. Outra reunião deve ocorrer durante a tarde desta segunda, por volta das 14 horas, mas é para conversar com os vendedores cadastrados.
O presidente da associação afirma que também entrou em contato com o prefeito de Canindé e está esperando uma posição em relação ao apoio que devem receber por parte da Prefeitura. “Conversamos com o Corpo de Bombeiros, com a Defesa Civil e agora vou tentar falar com o Secretário do Governo. Depois das reuniões, vamos ter uma ideia da ajuda que vamos receber”, explica.
Do Diário do Nordeste
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