A ampliação de terminal do Porto do Pecém, com investimentos de R$ 568 milhões de reais da Secretaria de Infraestrutura do Estado, pode ser prejudicada.
De acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira (2) no Valor Econômico, a secretaria submeteu à avaliação do Ibama um estudo com muitas falhas identificadas pelos técnicos do órgão ambiental.
Segundo a reportagem, informações foram copiadas de estudos anteriores sem que nenhuma menção fosse feita a esses relatórios. Há dados extraídos do estudo de impacto ambiental do Complexo do Pecém de 2009.
A lista de falhas inclui ações necessárias para a ampliação do terminal, um pacote de obras que inclui a construção de uma ponte com extensão de 1.520 metros, cais de atracação para dois berços, alargamento do quebra-mar do porto e ampliação de seu pátio (retroárea).
Em determinado ponto do relatório, justifica-se que essa ampliação não contempla atividades de dragagem (retirada de sedimentos do fundo do mar) e que, por essa razão, não seria necessária a apresentação de um “plano de dragagem”.
Mais adiante, porém, o estudo menciona que serão movimentados nada menos que 1,792 milhão de metros cúbicos de sedimentos. Não é dito como esse material será retirado, nem mesmo que área será dragada
Em nota, a Secretaria de Infraestrutura do Estado informa que o Governo do Estado já tomou todas as providências no sentido de sanar os questionamentos do Ibama.
A empresa de consultoria que a Seinfra contratou para elaborar os estudos de ampliação de Pecém é a Proema Projetos de Engenharia Econômica e Meio Ambiente, que tem sede em Fortaleza, que também não se pronunciou.
Fonte: http://www.cearanews7.com.br
A lista de falhas inclui ações necessárias para a ampliação do terminal, um pacote de obras que inclui a construção de uma ponte com extensão de 1.520 metros, cais de atracação para dois berços, alargamento do quebra-mar do porto e ampliação de seu pátio (retroárea).
Em determinado ponto do relatório, justifica-se que essa ampliação não contempla atividades de dragagem (retirada de sedimentos do fundo do mar) e que, por essa razão, não seria necessária a apresentação de um “plano de dragagem”.
Mais adiante, porém, o estudo menciona que serão movimentados nada menos que 1,792 milhão de metros cúbicos de sedimentos. Não é dito como esse material será retirado, nem mesmo que área será dragada
Em nota, a Secretaria de Infraestrutura do Estado informa que o Governo do Estado já tomou todas as providências no sentido de sanar os questionamentos do Ibama.
A empresa de consultoria que a Seinfra contratou para elaborar os estudos de ampliação de Pecém é a Proema Projetos de Engenharia Econômica e Meio Ambiente, que tem sede em Fortaleza, que também não se pronunciou.
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