O presidente da Associação dos Praças da Polícia Militar e dos Bombeiros Militares do Ceará (Aspramece), Pedro Queiroz, afirmou que a declaração “feriu de morte, e a categoria quer uma resposta da Justiça, e é por isso que estamos organizando nossas assessorias jurídicas”. Nesta tarde, advogados de diversas entidades que representam os trabalhadores estiveram reunidos para definir que tipo de ação deve ser ajuizada contra Ciro Gomes. “Com certeza ele incorreu aí em aspecto tanto penal quanto cível. Agora, que tipificação penal ou que ação cível, se for o caso, a gente ainda vai fazer esse estudo”, afirmou o advogado Germano Palacio, que representa a Aspramece.
Bombeiros e policiais militares estiveram em greve entre os dias 29 de dezembro do ano passado e 4 de janeiro deste ano, reivindicando reajuste salarial, melhores condições de trabalho e anistia pelo movimento grevista. A terça-feira anterior ao acordo, dia 3 de janeiro, foi marcada pelo pânico e por denúncias de assaltos em vários pontos de região metropolitana de Fortaleza e também no interior do Ceará.
Sem o trabalho dos PMs, não houve confirmação de praticamente nenhuma ocorrência por fontes oficiais, e as imagens de violência nas redes sociais, fotos de grandes avenidas esvaziadas e relatos de arrastões causavam medo. Em Fortaleza, Juazeiro do Norte e Sobral, as maiores em população, lojas, bancos e todo o tipo de estabelecimentos encerraram as atividades mais cedo.
Fonte: Site Terra
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