A nossa curta passagem pela terra é composta de etapas que, a rigor, deveriam servir para melhorar a nossa trajetória enquanto seres humanos na vida afetiva, profissional e social. É pena que nem todos conseguem reter experiências, conquistar e manter amizades, buscar o aperfeiçoamento de suas ações e granjear o respeito e a simpatia das pessoas que o cercam. Uma das etapas mais importantes de minha vida foi vivenciada em Canindé, cidade que me adotou no começo de 1980, com a qual eu já flertava desde o começo da década anterior, quando vinha acompanhado de meus pais ou dos meus avós para os festejos de São Francisco das Chagas ou para a animada Noite de Natal. Posso dizer, com segurança, que o período que vivi efetivamente naquela cidade, de 1980 a 1992 (e depois a trabalho, em períodos intercalados) foi uma etapa proveitosa da minha vida, que serviu para o meu amadurecimento em todos os sentidos. Conquistei sólidas amizades, das quais eu citaria duas em especial: o professor Laurismundo Marreiro, espécie de guru da nossa geração de literatos e artistas gráficos e o historiador Chico Karam, ambos já falecidos. Eles e outras pessoas (que prefiro não citar, para não omitir nomes e cometer injustiças) foram essenciais na minha formação.
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