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E o que isso significa? Que o Facebook agora pode rastrear quem são os usuários que apoiam a causa e adicionar essa informação ao banco de dados que a rede social usa, por exemplo, para oferecer aos seus anunciantes a possibilidade de vender anúncios focados em determinados públicos.
A discussão foi trazida à tona pela revista americana The Atlantic, que entrou em contato com a rede social nos EUA e perguntou se a ferramenta seria usada para gerar dados para algum experimento. Um porta-voz da rede social negou que a ferramenta tenha o objetivo de testar alguma hipótese, como fez em 2012, ao manipular o feed de notícias para identificar se usuários ficavam mais felizes ou tristes ao serem expostos a determinados conteúdos
Na época, a revelação de que o Facebook realizava experimentos com os usuários gerou polêmica, já que os usuários não sabiam que seus dados poderiam ser usados com esse objetivo. A empresa foi obrigada a emitir um pedido de desculpas e atualizar seus termos de uso acrescentando a informação de que os dados dos usuários podem vir a ser usados em pesquisas.
A revista destaca, no entanto, que mesmo não sendo um experimento, o Facebook poderá usar a ferramenta para rastrear quem apoia o casamento gay e adicionar essa informação ao seu banco de dados – o que em si não é uma novidade, já que toda a atividade no Facebook é monitorada e gera dados para a rede social. Porém, como não há nenhum alerta sobre isso fora dos termos de serviço, a tendência é que os usuários se esqueçam desse detalhe e utilizem a ferramenta sem pensar nas implicações.
Fonte: Estadão
Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/link/facebook-pode-rastrear-quem-usou-o-filtro-arco-iris-na-foto-do-perfil/