Segundo influenciadora, empresa teria alegado que ela precisaria de passagem executiva ou de duas para “caber no assento”

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Juliana relatou que está sendo vítima de gordofobia no país, pois quando viajou até o Líbano pela companhia Air France, não teve problemas durante o trajeto ou embarque e não sofreu qualquer tipo de constrangimento. Além de que a modelo contou que foi empurrada por uma funcionária e ameaçada caso não parasse de filmar dentro do aeroporto.
Ela disse ainda ter dificuldades financeiras, uma vez que não tem dinheiro para pagar pela multa e pelas passagens extras que terá que comprar.
Por meio de nota, a Qatar Airways afirmou que trata todos os passageiros com respeito e dignidade. “De acordo com as práticas da indústria e de forma semelhante à maioria das companhias aéreas, qualquer pessoa que impossibilite o espaço de um outro passageiro e não consiga prender o cinto de segurança ou abaixar os apoios de braço pode ser solicitada a comprar um assento adicional tanto como uma precaução de segurança quanto para o conforto de todos os passageiros”, informou.
“A passageira em questão no Aeroporto de Beirute foi inicialmente extremamente rude e agressiva com a equipe de check-in quando um de seus acompanhantes não apresentou a documentação PCR necessária para entrada no Brasil. Como resultado, a segurança do aeroporto foi solicitada a intervir, pois funcionários e passageiros estavam extremamente preocupados com a situação. Podemos confirmar que a passageira já foi realocada em um voo da Qatar Airways esta noite saindo Líbano com destino ao Brasil.”
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