Marinha da Indonésia resgatou ao menos 40 corpos próximos aos destroços do voo da AirAsia

Publicada em • Zeudir Queiroz
Avião no marA marinha da Indonésia resgatou pelo menos 40 corpos na região onde foram localizados os destroços do voo QZ8501, da AirAsia., segundo a agência France-Presse. Além disso, os oficiais também viram malas, coletes salva-vidas e outros objetos que supostamente pertencem à aeronave da companhia asiática. O Ministério das Comunicações da Indonésia afirmou que o logotipo da AirA sia foi identificado em alguns dos objetos localizados no mar, conforme o jornal local “Detik”. As partes do avião estão no estreito de Karimata, que separa as ilhas de Bornéu e Belitung, próximo de uma base aérea que serviu como ponto de decolagem para os aviões que participam da operação internacional de busca e resgate. A confirmação ocorreu horas depois de as autoridades divulgarem que um pescador tinha encontrado vários objetos no Mar de Java. Helicópteros e navios foram enviados ao local para recuperá-los e determinar sua procedência. Onze mergulhadores estão no local para dar sequência à operação, segundo a Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia. Os destroços se encontram entre 25 e 30 metros de profundidade. O voo QZ-8501 da AirAsia saiu de Surabaia, na Indonésia, com destino a Cingapura, onde pousaria duas horas depois, segundo a previsão da companhia. No caminho, o piloto chamou a torre de controle e pediu permissão para mudar a altitude de 32 mil para 38 mil pés para evitar uma tempestade. A alteração de rota foi aprovada imediatamente. Porém, dois minutos depois, quando os controladores tentaram comunicar a autorização para que o avião subisse aos 34 mil pés, não houve resposta. A aeronave sumiu dos radares e não foi emitido nenhum sinal de socorro. Estavam a bordo 155 passageiros e outros sete integrantes da tripulação. Entre eles há 155 indonésios, três sul-coreanos, um britânico, um francês que era o copiloto, um malaio e um cingapuriano. A Indonésia coordena as operações de busca e resgate, com a ajuda da Austrália, Cingapura, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Malásia, Nova Zelândia e Tailândia. Fonte: R7
Zeudir Queiroz