Ao afirmar que o celibato dos padres “não é um dogma para a Igreja”, o Papa Francisco abre uma porta para a discussão do tema
O Papa Francisco afirmou que “o celibato dos padres não é um dogma” da Igreja, ao comentar a ordenação de homens casados defendida por certos setores católicos.
Em entrevista coletiva no avião que o levou de Israel para Roma, na última segunda-feira, 26, Francisco lembrou que “há padres casados na Igreja, e citou, entre outros, os sacerdotes Anglicanos, os coptas católicos e certos padres das Igrejas orientais. Mas o Papa estimou que o celibato dos sacerdotes é “um dom para a Igreja”.
Ao afirmar que o celibato dos padres “não é um dogma para a Igreja”, o Papa Francisco abre uma porta para a discussão do tema.
A Igreja – especialmente Bento XVI – já havia admitido que o celibato não é um dogma, como deve ser a fé na ressurreição de Cristo.
Uma sugestão frequente na Igreja é a ordenação de “viri probati”, homens casados – geralmente aposentados – e muito comprometidos com o trabalho pastoral. Mas nunca se contemplou que sacerdotes ordenados possam receber autorização canônica para contrair matrimônio.
Fonte: O Povo
O Papa Francisco afirmou que “o celibato dos padres não é um dogma” da Igreja, ao comentar a ordenação de homens casados defendida por certos setores católicos.
Em entrevista coletiva no avião que o levou de Israel para Roma, na última segunda-feira, 26, Francisco lembrou que “há padres casados na Igreja, e citou, entre outros, os sacerdotes Anglicanos, os coptas católicos e certos padres das Igrejas orientais. Mas o Papa estimou que o celibato dos sacerdotes é “um dom para a Igreja”.
Ao afirmar que o celibato dos padres “não é um dogma para a Igreja”, o Papa Francisco abre uma porta para a discussão do tema.
A Igreja – especialmente Bento XVI – já havia admitido que o celibato não é um dogma, como deve ser a fé na ressurreição de Cristo.
Uma sugestão frequente na Igreja é a ordenação de “viri probati”, homens casados – geralmente aposentados – e muito comprometidos com o trabalho pastoral. Mas nunca se contemplou que sacerdotes ordenados possam receber autorização canônica para contrair matrimônio.
Fonte: O Povo
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