O sonho de ter um carro que também pode voar, para sair daquele congestionamento interminável, virou realidade.
A empresa holandesa PAL-V criou um carro voador, que pode começar a ser vendido já em 2014.
É surpreendente. Em um instante ele é carro. No outro, a hélice dobrável surge e ele vira praticamente um helicóptero.
O automóvel de ar e terra (PAL-V, em sua sigla em inglês) funciona em solo como um veículo esportivo, capaz de alcançar 180 km/h e com desenho aerodinâmico de três rodas, que “combina a comodidade de um carro com a agilidade de uma motocicleta”.
No ar, o PAL-V voa como um girocóptero graças ao movimento gerado por lâminas situadas na parte superior e ao empurrão de uma hélice dobrável.
A velocidade máxima no ar é também de 180 km/h e a autonomia de voo é de 350 a 500 quilômetros.
O PAL-V foi desenvolvido por uma empresa holandesa que leva o mesmo nome.
Para pôr em prática a iniciativa, os inventores contaram com profissionais de alto nível vinculados ao Laboratório Aeroespacial Holandês e à Universidade de Delft, que se encarregaram de desenvolver a tecnologia.
A empresa planeja agora poder lançar em 2014 os 30 primeiros modelos ao mercado e aumentar o fornecimento no primeiro ano a até cem unidades.
“Em um primeiro momento pensamos como possíveis clientes cidadãos comuns, mas também em profissionais como policiais, médicos e até empresas de transportes”, indicou o diretor.
Para poder dirigir o PAL-V não serão necessárias infraestruturas especiais, porque o automóvel cumpre com as regulações existentes nos principais mercados
Ele é movido à gasolina.
Os motoristas interessados precisarão ter a carteira comum de habilitação para carros e também uma licença privada de vôo.

O diretor da empresa disse estar “orgulhoso de demonstrar que é possível fazer um carro voador”. Nesta semana, após o período de provas, o veículo realizou um voo inaugural bem-sucedido, com o qual fechou a fase experimental e abriu a preparação para a saída ao mercado.
Na etapa inicial, a empresa contou com orçamento de 8,5 milhões de euros, sendo 6 milhões de euros fornecidos pelo setor privado e 2,5 milhões provenientes dos cofres públicos, oriundos dos orçamentos de três ministérios.
“Estamos buscando investidores em todo mundo para conseguir os 10 milhões ou 15 milhões de euros que faltam para lançar a versão comercial do carro voador, e esperamos que isso ocorra em 2014′, disse à Agência Efe, Robert Dingemanse, um dos co-fundadores da firma.
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