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Após pressão para renunciar o cargo de Presidente da CBF (ao qual ocupou por pouco mais de duas décadas), Ricardo Teixeira renunciou ao posto três meses atrás, alegando motivo de saúde.
Mesmo afastado do órgão (inclusive do país), Teixeira continua recebendo pagamentos injustificáveis por parte da entidade.
Os depósitos continuam sendo efetuados todos os meses na agência do Itaú (localizada na sede da CBF) para o ex-presidente, que hoje reside em Miami. O pagamento é autorizado pelo novo gestor da entidade, José Maria Marin.
Ricardo Teixeira ganha da CBF atualmente mais do que ganhava nos tempos em que era presidente. Em março (primeiro pagamento após saída da entidade), ele recebeu R$ 105 mil. Nos tempos de gestão, Teixeira ganhava R$ 95 mil.
Em abril, o ex-presidente da CBF recebeu uma quantia ainda maior: R$ 120 mil. A estimativa é que Teixeira tenha recebido mais em maio, mas o valor não foi apurado.
