
Proibição dos jogos de azar
A proibição dos jogos de azar no Brasil é anterior a Constituição Federal vigente. Sendo assim, jogos de cartas, caça-níquel, cassinos, bingos etc. são ilegais pela Lei 9.215/1946, assinada pelo então Presidente da República Eurico Gaspar Dutra. Na época, a prática de jogos era considerada “degradante para o ser humano”. Contudo, o relator do PL 2.548/2019, senador Angelo Coronel afirmou que o Brasil é um dos poucos países do mundo que ainda criminaliza tal atividade. “No Mercosul, só o Brasil não tem os jogos legalizados.” Segundo ele, a tramitação do Projeto no Congresso é também uma maneira de seguir “a tendência mundial, que é termos jogos de fortuna legalizados”, declarou.Lavagem de dinheiro por jogos de azar
A possibilidade de lavagem de dinheiro é um dos fatores para que os jogos de azar sejam crimes no Brasil. Contudo, Coronel afirma que possa existir alguma possibilidade, mas que isso não pode ser um empecilho para a aprovação.
“Existe essas relações que os jogos de azar vão ser uma fonte de lavagem de dinheiro. Mas o Brasil passou, nos últimos anos, também uma lavagem de dinheiro, que foi o escândalo que foi a Lava-Jato, que não foi oriundo dos jogos”, defendeu.
Por fim, o relator que “os jogos quando forem legalizados, vão ser controlados pelo governo. Você pode jogar com a máquina de cartão de crédito, ligada a Secretaria da Receita Federal, então não existe esse negócio [de lavagem de dinheiro]”.
Renda Cidadã
O Renda Cidadã é o programa social subtituto do Bolsa Família. Sendo assim, será uma reformulação do benefício de governos anteriores (Governos Lula e Dilma) para pessoas de baixa renda, com o objetivo de reduzir a pobreza do país. Além disso, o governo defende que a nova nomenclatura do programa social representa uma melhoria no valor do benefício, mas também uma continuidade do auxílio emergencial, implementado em 2020 para combate à crise econômica gerada pela pandemia de Covid-19.Financiamento da Renda Cidadã
A legalização dos jogos de azar é outra fonte de receita para financiar o Renda Cidadã. Além do PL defendido pelo senado Angelo Coronel (PSD-BA), o governo federal já discutiu outras modos de subsídio do programa social. Tais como a criação de imposto digital que seria a nova CPMF, uso de recursos de precatórios. Também, já discutiu-se sobre a utilização da renda da Fundeb e até a eliminação da declaração simplicada do Imposto de Renda. Fonte: https://www.dci.com.br/politica/Últimos posts por Zeudir Queiroz (exibir todos)
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