O cantor Roberto Carlos não gostou nadinha de ver o livro “Jovem Guarda: Moda, Música e Juventude” ser vendido no Brasil. A obra literária foi escrita por Maíra Zimmermann, historiadora e professora de moda que fez de sua tese de mestrado um livro comercial.
Na contracapa, a cantora Wanderléa escreveu: “Parabéns, Maíra! Seu maravilhoso trabalho traz muitos elementos pertinentes da trajetória desse tempo tão rico em contradições, transformações e encantamento”. Além de Wanderléa e Roberto, o livro também conta com trechos pertinentes sobre Erasmo Carlos.
Mas Roberto Carlos não partilha da mesma ideia. Cinco dias depois do lançamento da obra, o advogado do artista, Marco Antonio Bezerra Campos, emitiu um notificado. “Verificou-se que o referido livro relata a história da Jovem Guarda que, conforme a própria apresentação do livro dispõe, foi liderado por Roberto Carlos, Erasmo e Wanderléa. Por conta disso é que o livro traz uma série de situações que envolvem o notificante e traz detalhes sobre a trajetória de sua vida e de sua intimidade. Sendo assim, cumpre seja cessada a comercialização do referido livro, bem como ordenado o recolhimento dos exemplares à disposição, no prazo de 10 dias, sob pena das medidas judiciais cabíveis”, afirmou o documento.
Como defesa, a autora afirmou que em nenhum momento trata da vida íntima dos artistas. O argumento, no entanto, não convenceu o Rei.
Fonte: http://www.cnews.com.br
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