Mulher votou com o nome da irmã, que está no Paraná, e depois com o seu nome. Mesário, que errou o registrou, assinou Boletim de Ocorrência
Uma eleitora, identificada como Erilândia Pereira dos Santos, votou duas vezes após um engano em sua sessão eleitoral, no distrito de Monte Alegre, em Barro, 451,8 km de Fortaleza. Ela, o mesário e a presidente da mesa de votação registraram um Boletim de Ocorrência na Delegacia do município. Ela votou por ela e por sua irmã Erlândia, que atualmente está no Paraná.
Segundo informações da Polícia Militar, a eleitora entregou a documentação necessária para o mesário da zona eleitoral 92. Depois de votar e receber o canhoto com a autenticação do 2° turno, ela percebeu que havia votado no lugar de sua irmã, Erlândia, que atualmente está no Paraná. Depois de constatar o engano, a eleitora teria sido orientada a votar novamente, dessa vez com o seu nome.
“O Boletim de Ocorrência do caso será anexado à ata da presidente da sessão, mas caberá a Justiça Eleitoral definir o caso”, explicou o policial militar identificado apenas como Rodrigues. O caso foi conduzido pelo Capitão Rabelo Luna, da PM de Barro, que informou que o mesário justificou o erro devido aos nomes semelhantes.
Uma eleitora, identificada como Erilândia Pereira dos Santos, votou duas vezes após um engano em sua sessão eleitoral, no distrito de Monte Alegre, em Barro, 451,8 km de Fortaleza. Ela, o mesário e a presidente da mesa de votação registraram um Boletim de Ocorrência na Delegacia do município. Ela votou por ela e por sua irmã Erlândia, que atualmente está no Paraná.
Segundo informações da Polícia Militar, a eleitora entregou a documentação necessária para o mesário da zona eleitoral 92. Depois de votar e receber o canhoto com a autenticação do 2° turno, ela percebeu que havia votado no lugar de sua irmã, Erlândia, que atualmente está no Paraná. Depois de constatar o engano, a eleitora teria sido orientada a votar novamente, dessa vez com o seu nome.
“O Boletim de Ocorrência do caso será anexado à ata da presidente da sessão, mas caberá a Justiça Eleitoral definir o caso”, explicou o policial militar identificado apenas como Rodrigues. O caso foi conduzido pelo Capitão Rabelo Luna, da PM de Barro, que informou que o mesário justificou o erro devido aos nomes semelhantes.
Fonte: O POVO Online
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