Segundo o órgão, Francigleuba Vasconcelos Aragão teria autorizado pagamentos de servidores com base em uma tabela fraudada.
O Ministério Público do Ceará (MP-CE) pediu hoje, em ação cautelar, a exoneração ou afastamento de Francigleuba Vasconcelos Aragão do cargo de secretária de Administração e Finanças do município de Iguatu. O MP-CE prepara a entrada de ação civil pública por improbidade administrativa contra a secretária.
Segundo o inquérito civil público instalado pelo órgão, servidores de Iguatu estariam recebendo seus salários de acordo com uma tabela de vencimentos que, apesar do timbre da Câmara municipal no papel, não havia sido aprovada pela Casa e nem pelo poder Executivo.
De acordo com o MP-CE, um servidor da Câmara era responsável pela fraude, que contou com a autorização de Francigleuba para a implantação de reajustes baseados na tabela falsa para 14 servidores. Entre eles, havia servidor exercendo o cargo de assistente administrativo e recebendo mais de R$ 4 mil. Outros funcionários do município na mesma função recebem apenas o salário mínimo.
O pedido de exoneração também se dá em virtude da reprovação das contas da secretária em 2011, o que, de acordo com o MP-CE, impediria Francigleuba de assumir cargo comissionado. A instituição solicita também a quebra do sigilo bancário da secretária, visando averiguar se ela teria se beneficiado financeiramente do esquema.
O POVO tentou entrar em contato com a secretaria de Administração e Finanças de Iguatu, mas as ligações não foram atendidas.
O Ministério Público do Ceará (MP-CE) pediu hoje, em ação cautelar, a exoneração ou afastamento de Francigleuba Vasconcelos Aragão do cargo de secretária de Administração e Finanças do município de Iguatu. O MP-CE prepara a entrada de ação civil pública por improbidade administrativa contra a secretária.
Segundo o inquérito civil público instalado pelo órgão, servidores de Iguatu estariam recebendo seus salários de acordo com uma tabela de vencimentos que, apesar do timbre da Câmara municipal no papel, não havia sido aprovada pela Casa e nem pelo poder Executivo.
De acordo com o MP-CE, um servidor da Câmara era responsável pela fraude, que contou com a autorização de Francigleuba para a implantação de reajustes baseados na tabela falsa para 14 servidores. Entre eles, havia servidor exercendo o cargo de assistente administrativo e recebendo mais de R$ 4 mil. Outros funcionários do município na mesma função recebem apenas o salário mínimo.
O pedido de exoneração também se dá em virtude da reprovação das contas da secretária em 2011, o que, de acordo com o MP-CE, impediria Francigleuba de assumir cargo comissionado. A instituição solicita também a quebra do sigilo bancário da secretária, visando averiguar se ela teria se beneficiado financeiramente do esquema.
O POVO tentou entrar em contato com a secretaria de Administração e Finanças de Iguatu, mas as ligações não foram atendidas.
Fonte: O POVO Online, com informações da assessoria do MP-CE
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