Entre os dias 20 e 22 de março, serão realizadas atividades nas escolas, tanto no interior quanto na capital.

Na pauta aprovada na assembleia deste sexta estão reivindicações sobre remuneração e carreira, financiamento da educação, valorização dos profissionais e o pagamento de dívidas do Estado com os professores.
Entre os principais pontos estão reajuste na carreira acima da inflação, equiparação salarial dos temporários com o salário inicial de carreira dos efetivos, criação de pecúnia alimentação de 770,00/mês para professores com 200h/mês, sendo proporcional para cargas horárias inferiores; e nomeação e posse dos professores convocados.
Entre os dias 20 e 22 de março, serão realizadas atividades nas escolas, tanto no interior quanto na capital. Nesse meio tempo, no dia 21 de março haverá um deslocamento à Assembleia Legislativa para demandar apoio e efetivação da comissão da reforma da Previdência.
No próximo dia 26, será feita a paralisação estadual, com realização de uma assembleia geral para avaliação das negociações e votação do indicativo de greve. Dos dias 27 de março a 3 de abril ocorrerá a continuação das atividades nas escolas, além de encontros zonais e regionais.
Uma nova paralisação estadual acontecerá no dia 4 de abril, com nova assembleia para avaliar as negociações e votar pelo início da greve. Já no dia 8 de abril, será dado o início à greve, com um ato programado no Palácio da Abolição.
Fonte: https://gcmais.com.br/
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