Novo projeto prevê inauguração de uma nova estátua em 2022, transformando as estruturas antigas em museus. Moradores da rua de onde a cabeça nunca saiu contam como é viver no local que virou ponto turístico do pequeno município.

Parte mais antiga da estrutura tinha 19 metros e foi cortada para abrigar um museu. — Foto: Divulgação/SOP
“Fico feliz de morar na casa que tem a cabeça do Santo Antônio, e eu gosto daqui aqui porque é muito bom, sossegado. Me sinto até mais protegida, né, porque ele é nosso protetor. Se Deus quiser, enquanto eu for viva, eu quero continuar aqui”, afirma Cilda.

“A gente subia e descia lá no morro por causa da obra. Mas foi um tempo que a obra paralisou, dizendo o senhor prefeito que estava sem condições de construir. Aí paralisou tudo, ficou a cabeça aqui no conjunto e parou também lá no morro”, lembra Pedro Ferreira, 71, cujo pai vendeu cerca de três hectares do Morro do Serrote para que a prefeitura construísse a estátua.
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