O alto valor do seguro de vida da vítima teria despertado o interesse do marido para ficar com o dinheiro, após a morte da mulher

O marido da contadora Kaianne Bezerra Lima Chaves, morta dentro de casa em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi preso na madrugada desta quarta-feira (6). O suspeito foi preso quando saía da residência da sogra a caminho de casa, onde morava com a vítima.
No dia do crime, ocorrido em 26 agosto, ambos foram amarrados em cômodos diferentes da residência, mas só Kaianne foi executada pelos criminosos que invadiram o local armados.
Dois suspeitos foram capturados
Um homem de 39 anos e um adolescente de 16 anos foram capturados, em Fortaleza, no dia 29 de agosto, portanto, três dias após o crime.
De acordo com a Polícia Civil, após buscas realizadas por meio da Delegacia Metropolitana de Aquiraz e do Departamento de Inteligência Policial (DIP), os suspeitos de envolvimento na ação criminosa foram capturados em bairros diferentes da capital cearense.
O homem foi preso com pertences da vítima em um imóvel no bairro Jardim das Oliveiras. Já o adolescente foi apreendido em uma residência no bairro Tancredo Neves, ambos localizados na mesma ação policial realizada nesta terça-feira (29).
O adulto e adolescente foram conduzidos para unidades da Polícia Civil, onde os procedimentos cabíveis foram realizados.
Contadora foi torturada e morta dentro de casa
A contadora foi mantida refém, torturada e morta dentro de casa no bairro Planalto do Sol em Aquiraz, na madrugada do dia 26 de agosto deste ano. A vítima, identificada como Kaianne Bezerra Lima Chaves, tinha 35 anos de idade.
Em depoimento, o esposo da mulher havia contado à Polícia que a residência foi invadida por dois homens armados. Kaianne e ele foram amarrados em cômodos diferentes.
De acordo com vizinhos, o casal foi amarrado e teve os olhos vendados ainda do lado de fora da residência, quando os dois foram abordados pelos criminosos na calçada. A mulher foi ferida na cabeça e não resistiu aos ferimentos. Já os criminosos fugiram levando um aparelho celular. O esposo dela foi preservado pelos criminosos.
Na época do crime, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o caso era investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e tratado, até então, como latrocínio, ou seja, roubo com morte.
Fonte: https://gcmais.com.br/
- Caucaia reforça operação contra pontos de lixo - 3 de abril de 2025
- Empresa Vitória completa quase 70 anos com reconhecimento nacional - 3 de abril de 2025
- Prefeito de Potiretama é preso por suspeita de integrar facção criminosa - 3 de abril de 2025