
O objetivo é garantir o descarte ecológico das lâmpadas após seu uso, evitando a contaminação do meio ambiente e o desperdício de materiais que podem ser reutilizados. Por meio do processamento realizado pela Apliquim Brasil Recicle, os diversos componentes das lâmpadas, como o pó fosfórico, o vidro e o alumínio, são descontaminados e reaproveitados pela indústria. Além disso, o mercúrio – metal tóxico presente nas lâmpadas – é recuperado em seu estado líquido elementar.
“Desse modo, evita-se o encaminhamento de resíduos para aterros ou incineração, procedimentos que geram poluição, desperdício de recursos naturais e riscos para a saúde da população”, destaca Eduardo Sebben, diretor da Apliquim Brasil Recicle. “O descarte ecológico também atende às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos”, acrescenta.
Atualmente, a Apliquim Brasil Recicle processa cerca de 9 milhões de lâmpadas por ano e atende em torno de 3 mil empresas privadas e órgãos públicos de todo país. A empresa tem unidades em Paulínia (SP), Indaial (SC) e Porto Alegre (RS), além de parceiros para o armazenamento das lâmpadas nas diversas regiões do país, como é o caso da Braslimp, empresa do Ceará especializada no gerenciamento de resíduos provenientes de grandes geradores públicos e privados.
O recente contrato com a CitéLuz marca a primeira coleta de grande porte realizada pela Apliquim Brasil Recicle na região Nordeste do país.
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Assessoria de imprensa Apliquim Brasil Recicle:
Juçara Tonet Dini e Basílio Sartor
Dinâmica Comunicação
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